A vida de Moacir
Luciano Gomes é um exemplo. Assim como ele existem muitas outras pessoas que
vieram "de baixo" e alcançaram com muito sofrimento e persistência o
sonhos que acalentavam quando ainda eram crianças.
Um espaço para discussão e análise de temas ligados a educação, política, economia, teologia, evangelismo, sexualidade, cidadania, história e geografia.
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
domingo, 15 de fevereiro de 2015
O colecionador de santinhos políticos
A memória político-partidária
ficará bem guardada. Para a maioria das pessoas, a atitude de Edson Pedra Rica é
algo desnecessário, sem importância alguma e sem nenhuma utilidade pública para
a sociedade. Mas, nos próximos anos esse acervo será importante, sobretudo,
porque caso algumas propostas fiquem registradas, os próprios políticos saberão
que entre prometer e cumprir existe uma diferença muito além das palavras.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
O colecionador de telefones
A atitude das pessoas
com relação ao colecionismo oscila entre o desprezo e o fascínio. Desprezo
porque no início, elas pouco se importam em juntar o que popularmente se chama
"velharias"; fascínio porque anos depois, quase ninguém encontra
facilmente conservado e organizado aquilo que anteriormente chamava-se
"velharia". Entre as duas opções, o aposentado Carlos Aécio de
Albuquerque preferiu a segunda. Resultado: ele é dono de uma invejável coleção
de telefones antigos, discos de vinil, toca discos e máquinas de escrever.
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Um castelo de sonhos
Apesar da reportagem
ter sido publicada em 2012, eu não poderia deixar de fazer uma pequena
homenagem ao professor Edvaldo Ferreira Viana, meu colega de trabalho na Escola
Municipal Poeta Joaquim Cardozo, localizada no Córrego da Areia, Macaxeira,
zona norte do Recife. Os grandes castelos da vida, são construídos a partir de
sonhos materializados com muito esforço e suor. Prossiga estimado professor, até
que a grande obra de sua vida seja definitivamente concluída.
domingo, 21 de outubro de 2012
Heroi improvável
Por Paul Wilkinson
1. George Harper, “My
Brother As I Knew Him”, [Meu Irmão Como o Conheci] em Moody Adams, The Titanic’s Last Hero (O Último Herói do
Titanic) (Belfast: Ambassador, 1998), 55, citado em Wilkinson, “You Shall Be My
Witnesses” [E Sereis Minhas Testemunhas].
John Harper [um
pastor batista de Glasgow, na Escócia] havia passado três meses ministrando na
Igreja Moody, em Chicago, e durante esse tempo a igreja havia experimentado “um
dos reavivamentos mais fantásticos de sua história”. Entretanto, não fazia
muito tempo que ele estava de volta à Grã-Bretanha quando lhe pediram para
voltar e continuar seu ministério. Harper tomou rapidamente as providências
para ele mesmo e sua filhinha de seis anos, Nana, viajarem de volta à América,
a bordo do Lusitânia, mas decidiram atrasar sua partida por
uma semana para que pudessem viajar em um novo navio que estava para fazer sua
viagem de estréia: o Titanic.
O Titanic bateu em um iceberg às 23h40m do dia
11 de abril de 1912. Quando foi dado o comando para os passageiros desocuparem
suas cabines, Harper enrolou sua filha em um cobertor, disse-lhe que ela o
veria novamente um dia, e a entregou a um dos homens da tripulação. Depois de
observar que ela estava a salvo em um dos barcos salva-vidas, ele tirou seu
colete salva-vidas e o deu a um dos outros passageiros. Um sobrevivente se
lembrou distintamente de ouvi-lo gritar: “Mulheres, crianças e os que não são
salvos, entrem nos barcos salva-vidas!” Depois, Harper correu pelo convés
implorando às pessoas que se entregassem a Cristo, e, com o navio afundando,
ele solicitou à orquestra do Titanic para tocar “Mais perto quero estar”.
Ajuntando as pessoas a seu redor, ele então se ajoelhou e, “com alegria santa
em seu rosto”, ergueu os braços em oração. À medida que o navio começou a
adernar, ele pulou para dentro das águas geladas e nadou freneticamente para
perto de todos a quem conseguiu alcançar, suplicando-lhes que se voltassem para
o Senhor Jesus e fossem salvos. Finalmente, quando a hipotermia o imobilizou,
John Harper afundou nas águas e passou para a presença do Senhor Jesus. Ele
tinha 39 anos.
Quatro anos mais
tarde, um jovem escocês chamado Aguilla Webb levantou-se em uma reunião em
Hamilton, no Canadá, e deu o seguinte testemunho:
Sou um sobrevivente do Titanic.Quando
eu estava boiando sozinho, segurando-me em um pedaço do mastro do navio naquela
noite horrível, as ondas trouxeram para perto de mim o senhor John Harper, de
Glasgow, que também estava se segurando em um pedaço dos destroços. “Amigo”,
disse ele, “você é salvo?” “Não”, eu respondi, “não sou”. E ele continuou:
“Creia no Senhor Jesus Cristo e você será salvo”. As ondas o carregaram para
longe; mas, por mais estranho que possa parecer, as ondas o trouxeram de volta
um pouco mais tarde, e ele disse: “E agora, você está salvo?” “Não”, eu disse,
“não posso dizer honestamente que esteja”. Ele disse novamente: “Creia no
Senhor Jesus Cristo e você será salvo”. Alguns segundos depois ele afundou; e
ali, sozinho naquela noite, e com duas milhas de água abaixo de mim, eu cri. Eu
sou o último convertido de John Harper.[1]
Em um tributo a Harper, que foi publicado em 1912 sob o título “Os Três
Temas de um Herói”, William Andrew, de Glasgow, apontou que os três temas da
pregação de Harper haviam sido “A Cruz de Cristo, a Maravilhosa Graça de Deus
Para o Homem, e a Vinda Iminente de Nosso Senhor Jesus Cristo”.
Wilkinson, Paul. Heroi improvável. Disponível em: <http://www.chamada.com.br/mensagens/heroi.html>.
Acesso em: 21 out. 2012.
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