Mostrando postagens com marcador Transportes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Transportes. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Acidentes mataram 500 mil em dez anos

   O preço da imprudência ou a irresponsabilidade estatal na manutenção das vias públicas? É difícil chegar a um único responsável por tanta mortes, mas torna-se impossível não reconhecer, que o fator humano estava por trás da maioria dos acidentes com vítimas fatais registrados ao longo de todo esse período. São pessoas dirigindo sob o efeito de drogas, álcool, ultrapassagens irregulares, curvas em altas velocidades, veículos sem manutenção e muitos outros fatores. Devemos exigir que o Estado seja responsável na parte que lhe cabe, mas não podemos baixar a cabeça para as atitudes insanas realizadas por milhares de brasileiros todos os dias. Morreram mais pessoas no trânsito brasileiro do que em muitas guerras recentes.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Um trânsito que não consegue melhorar

   Já havia denunciado anteriormente as condições da BR-101 e outros problemas existentes no trânsito da capital pernambucana. Apesar de todos os dados que foram apresentados pelas reportagens, insiste-se em culpar o motorista de carros particulares pelo caos gerado no tráfego de veículos. Nada, ou quase nada foi falado sobre as condições das vias públicas, a precariedade do transporte público (que quando recebe alguma melhoria, já nasce defasado), o excesso de sinais de trânsito em ruas de grande circulação e a ausência de viadutos, pontes e túneis. Agora a preocupação não é o trânsito, mas a mobilidade. Ou seja, para os grupos politicamente corretos, se a população está indo e voltando através de outros meios de transporte para casa, o caos enfrentados pelos motoristas de carros particulares é um mau extremamente menor. Afinal do contas, dizem alguns, anda de carro quem pode, ou paga por um IPVA altíssimo.



sábado, 27 de setembro de 2014

Fiscalização inteligente no trânsito

     Longe de mim, questionar qualquer alternativa não "politicamente correta", que tenha como objetivo ampliar a mobilidade dos contribuintes e garantir o livre direito de ir e vir dos cidadãos. Regular o trânsito e torná-lo mais seguro para motoristas, transeuntes, pedestres, ciclistas, passageiros e motociclistas é uma atitude que nenhum governo deve se omitir. Mas, sempre considerei estranho a mórbida preocupação com a instalação de máquinas que visam penalizar o cidadão (cobrança de multas legítimas após uma infração), mas que deixam de lado a manutenção das estradas, ruas e corredores para ônibus, carros e motocicletas. Será que o mau motorista é o único responsável pela falta de segurança no trânsito? Será que apenas ele deve ser punido?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Ônibus por opção

     A reportagem que se segue deixa inúmeras brechas e é suscetível a muitas críticas. Em primeiro lugar, as três pessoas entrevistadas, residem em bairros centrais do Recife, onde é possível pegar apenas uma linha de ônibus e se deslocar rapidamente para outro bairro ou mesmo para o Centro. Agora, o que pensar de pessoas que residem na periferia ou na área metropolitana e precisam trafegar pelos corredores mais importantes da cidade, como as Avenidas Caxangá, Norte, Abdias de Carvalho e pela PE-15? o que dizer da BR-101 dos buracos? Quantos ônibus essas pessoas precisam pegar para chegar ao local de destino? Além do mais, para os entrevistados o ônibus é uma opção, ou seja, naquele dia em que você desejar ir trabalhar ouvindo o aparelho de som do automóvel ou mesmo utilizar o ar condicionado, essa opção também estará disponível. Mas, o que pensar de tantas pessoas que só possuem o ônibus como principal meio de transporte. Outra questão interessante não abordada pela reportagem é o discurso "politicamente correto" de pessoas que defendem o uso do sistema coletivo, como o metrô e o ônibus, mas não deixam o carro em casa por nada.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Os homens das multidões

Uma razoável rede de transportes não deve se restringir ao transporte rodoviário, mas, levando-se em consideração o tamanho do país ou da região, outros tipos de transportes merecem receber investimentos. Lamentavelmente, nos anos 50 o Brasil fez uma opção quase que individualizada pelo transporte rodoviário, sobretudo pelos automóveis e pouco investiu no transporte público de massas. Até os trens disponíveis em boa parte do Nordeste, Sudeste e Sul foram lentamente sendo sucateados em diversos Estados. Em alguns foram substituídos pelos metrôs, mas estes últimos em grande parte, procuram atender as regiões metropolitanas. Os trens possuíam uma vantagem interessante. Ligavam as capitais a diversos municípios do interior e a outras capitais. Em Pernambuco por exemplo, era possível sair de São Lourenço da Mata para as praias de Boa Viagem.
A maioria dos trens de transporte de passageiros em Pernambuco foi desativada. O metrô atende apenas a demanda da área metropolitana e ainda assim, numa precariedade absurda, visto que nenhum município da área norte, é atendido por esse meio de transporte. E naqueles que são atendidos, os usuários são obrigados a conviver com estações e vagões absurdamente lotados nos horários de pico. Entrar no metrô do Recife nos horários de pico é reconhecer na pele como se sente uma sardinha enlatada.






Combate coletivo

      Apesar de possuir um automóvel, por questões pessoais passei a utilizar os coletivos numa frequência muito maior ao longo de 2013. Entretanto, além de conviver com a típica demora, principalmente nos horários de pico, me incomodava ver a falta de respeito e educação das pessoas quando passam a frente nas filas e tumultuam a entrada nos ônibus. Muitas vezes, precisava fazer o mesmo porque corria o risco de não chegar no trabalho dentro do horário estabelecido. A reportagem abaixo analisa um pouco desse drama entrevistando motoristas e usuários do transporte público. Na próxima postagem, trarei algo abordando o cotidiano do metrô.






segunda-feira, 8 de julho de 2013

A BR dos 101 buracos

     A BR-101 faz parte da vida diária de muita gente no Brasil, inclusive da minha. Quase todos os dias trafego por esta estrada e reconheço que parte da riqueza do país passa por ela. Todavia, apesar de sua importância para a economia brasileira, a BR-101 não possui um plano efetivo de preservação, suas placas de concreto são bastante antigas e os reparos realizados apenas cobrem os buracos, mas não substituem as placa danificadas. Uma combinação de tráfego intenso, sol, chuva e falta de manutenção, tornam a BR-101 uma das mais perigosas para transitar no Estado de Pernambuco. Em 2014, uma nova reportagem abordou o mesmo problema.